03 janeiro 2014

Compreender a Sindrome de Asperger





Compreender a Síndrome de Asperger

 
A síndrome de Asperger é um tipo de autismo, mas sem défice ou atraso de desenvolvimento e da linguagem. Quando adultos, os portadores podem viver de forma comum, como qualquer outra pessoa que não possui a síndrome. Há indivíduos com Asperger que se tornam professores universitários. Apresentam dificuldades motoras, movimentos desajeitados e descoordenados.
 
Este fenómeno também é considerado uma "carência" na  teoria da mente. Sem isso, os indivíduos com Asperger não conseguem reconhecer nem entender os pensamentos e sentimentos dos demais. Desprovidos dessa informação intuitiva, não podem interpretar nem compreender os desejos ou intenções dos outros e, portanto, são incapazes de prever o que se pode esperar dos outros ou o que estes podem esperar deles. Isso geralmente leva a comportamentos impróprios e anti-sociais:

Alguns sintomas desta síndrome são:

• Interesses específicos ou preocupações com um tema, em detrimento de outras atividades;

• Peculiaridades na fala e na linguagem;

• Padrões de pensamento lógico/técnico extensivo (às vezes comparado com os traços de personalidade do personagem Spock de Guerra nas Estrelas);

• Comportamento socialmente e emocionalmente impróprio e problemas de interação interpessoal;

• Dificuldade em compreender as mensagens transmitidas por meio da linguagem corporal: geralmente não olham nos olhos, e quando olham, não conseguem "ler" os olhos das outras pessoas.

• Interpretar as palavras sempre em sentido literal: têm dificuldade em identificar o uso de coloquialismos, ironia, gírias, sarcasmo e metáforas.

• Ser considerado indelicado, rude e ofensivo : propensos a comportamento egocêntrico, não entendem indiretas e sinais de alerta de que o seu comportamento é inadequado à situação social.

• Honestidade: são geralmente considerados “honestos demais”, “inocentes” ou “sem malícia” e têm dificuldade em enganar ou mentir, mesmo à custa de magoar alguém.

• Aperceber-se de erros sociais: à medida que amadurecem e se tornam cientes de sua " cegueira emocional", começam a temer cometer novos erros no comportamento social, e a autocrítica em relação a isso pode crescer aponto de se tornar fobia.

• Paranoia: por causa da "cegueira emocional", pessoas com Asperger têm problemas para distinguir a diferença entre atitudes deliberadas ou casuais dos outros, o que por sua vez pode gerar uma paranoia.

• Lidar com conflitos: ser incapaz de entender outros pontos de vista pode levar à inflexibilidade e a uma incapacidade de negociar soluções de conflitos. Uma vez que o conflito se resolva, o remorso pode não ser evidente.

• Consciência de magoar os outros: uma falta de empatia em geral leva a comportamentos ofensivos ou insensíveis não-intencionais.

• Consolar os outros: como tem falta de intuição sobre os sentimentos alheios, as pessoas com Asperger têm pouca compreensão sobre como consolar alguém ou fazê-los sentirem-se melhor.
 

• Reconhecer sinais de comunicação: a incapacidade de entender os interesses alheios pode levar os portadores de Asperger a serem incompreensivos ou desatentos. Ao contrário das outras pessoas, geralmente não percebem quando o interlocutor está entediado ou desinteressado.

• Introspeção e autoconsciência: estes indivíduos  têm dificuldade em entender seus próprios sentimentos ou o seu impacto nos sentimentos alheios.

• Vestuário e higiene pessoal: as pessoas com Asperger tendem a ser menos afetadas pela pressão dos semelhantes do que outras. Como resultado, geralmente fazem tudo da maneira que acham mais confortável, sem se importar com a opinião alheia. Isto é válido principalmente em relação à forma de se vestir e aos cuidados com a própria aparência.

• Amor e rancor recíprocos: como reagem mais pragmaticamente do que emocionalmente, suas expressões de afeto e rancor são em geral curtas e fracas.

• Compreensão de embaraço e passo em falso: apesar do fato de pessoas com Asperger terem compreensão intelectual de constrangimento e gafes, são incapazes de aplicar estes conceitos no nível emocional.

• Necessidade crítica: sentem-se forçosamente compelidos a corrigir erros, mesmo quando são cometidos por pessoas em posição de autoridade, como um professor ou um chefe. Por isto, podem parecer imprudentemente ofensivos.

• Velocidade e qualidade do processamento das relações sociais: como respondem às interações sociais com a razão e não intuição,  tendem a processar informações de relacionamentos muito mais lentamente do que o normal, levando a pausas ou demoras desproporcionais e incómodas.

• Exaustão: quando um indivíduo com Asperger começa a entender o processo de abstração, precisa treinar um esforço deliberado e repetitivo para processar informações de outra maneira. Isto muito frequentemente leva a exaustão mental.

As pessoas com Asperger normalmente tem um modo de falar muito  " pedante ", usando um registo formal muitas vezes impróprio para o contexto. Uma criança de cinco anos de idade com essa patologia pode falar regularmente como se desse uma palestra universitária, especialmente quando discorrer sobre seus assuntos de interesse. Crianças com Asperger podem demonstrar aptidões avançadas demais para sua idade em relação à fala, leitura, matemática, noções de espaço ou música, às vezes no nível de "superdotados", mas estes talentos são contrabalançados por atrasos consideráveis no desenvolvimento de outras funções cognitivas.
A Síndrome de Asperger na criança pode-se desenvolver como um nível de foco intenso e obsessivo em assuntos do seu interesse. Ás vezes, os interesses são vitalícios; noutros casos, vão mudando com intervalos imprevisíveis. Em qualquer caso, são normalmente um ou dois interesses de cada vez. Ao perseguir estes interesses, frequentemente manifestam argumentação extremamente sofisticada, um foco quase obsessivo e uma memória impressionante para dados. Na escola, podem ser considerados ou incompetentes ou superdotados altamente inteligentes, claramente capazes de superar os seus colegas, nos seus campos de interesse, e ainda assim constantemente desmotivados para fazer trabalhos de casa comuns (às vezes até mesmo em suas próprias áreas de interesse).


 ( Pesquisa feita na Internet)

21 maio 2013

Concurso - Podcast na Educação

 
Pelo quarto ano consecutivo alunos do primeiro ciclo, do Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação, participaram no concurso "Podcast na Educação" promovido pelo Ministério da Educação e Ciência, através da Direção-Geral da Educação.

Esta iniciativa pretende incentivar a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação, assim como promover a aquisição de conhecimentos, competências e valores através do ato de contar histórias.

Este ano o trabalho foi realizado pela turma do 4º ano da EB Norte, e com a colaboração magnífica do Professor César Leite.
 

15 abril 2013

Código para daltónicos - COLORADD



 
 
ColorADD, Símbolos que Incluem Cor!

Ser daltónico é possuir uma alteração congénita, associada ao cromossoma X, que resulta numa incapacidade para distinguir algumas cores ou seja “cegueira para as cores”.
 Existem três tipos de daltonismo (dicromacia, tricromacia anómala e monocromacia). Esta deficiência, segundo vários estudos tem uma prevalência de 10% na população masculina mundial. Do ponto de vista funcional, as pessoas portadoras desta deficiência podem encontrar-se privadas de realizar algumas tarefas rotineiras, ou viverem situações de perigo, quando estas dependerem da leitura das cores. São exemplo disso a leitura dos semáforos, cores de sinalização rodoviária, traço das linhas de metropolitano, rotulagem de medicamentos e produtos tóxicos entre outros.
Desenvolvido com base nas 3 cores primárias, representadas através de símbolos gráficos, o código ColorADD assenta num processo de associação lógica que permite ao daltónico, através do conceito adição das cores, relacionar os símbolos e identificar facilmente toda a paleta de cores. O Branco e o Preto, surgem para orientar as cores para as tonalidades claras e escuras.

Miguel Neiva, criador do sistema de identificação de cores para daltónicos, já traçou quais as metas para o futuro do ColorAdd.

O designer portuense pretende, em 2013, introduzir o ColorAdd em diversas marcas de roupa como o grupo Inditex (Zara), Benetton, Swatch ou Lego.

Em entrevista à agência Lusa, Miguel Neiva afirmou que sabendo que "90% dos daltónicos precisa de ajuda para compra roupa", "a adoção do ColorAdd por estas marcas seria um marco na divulgação e impacto social do projeto".

A expansão para a área do vestuário, calçado e têxtil começou ainda este ano, com a inserção do ColorAdd nas etiquetas de marcas portuguesas como a Zippy ou Modalfa e na marca de sapatos Dkode.

O código de cores para daltónicos já se encontra, também, implementado na área da Saúde como o Hospital São João ou dos Capuchos, na rede de transportes Metro do Porto e em diversos materiais e jogos didáticos.

A longo prazo, a aposta é nos Jogos Olímpicos 2016, no Rio de Janeiro.  Miguel Neiva considera relevante a adoção do seu código de cores para daltónicos numa competição onde participam mais de 200 países, cada um com as suas cores.

ColorADD na Rede Escolar e nos Exames Nacionais já em 2013!

A Referenciação dos Exames com o código ColorADD, justifica-se pela necessidade de inclusão de minorias, sempre que a cor é fator relevante à interpretação, seleção e escolha. Neste sentido, pretende-se disponibilizar em tempo real, um recurso educativo ao dispor dos docentes no trabalho educativo com alunos, determinante à interpretação da cor e consequentemente das matérias a exame. A opção de utilizar o código nos Exames Nacionais para TODOS os alunos, enquanto sistema complementar à legendagem de mapas, figuras ou esquemas tem por base um critério de simplicidade na articulação da comunicação - Incluir sem Descriminar, de uma forma simples e intuitiva, neste momento fundamental na vida de alunos e professores.

A ColorADD apoia a implementação do código nas escolas e bibliotecas escolares através da acção da ColorADD.Social. Esta associação sem fins lucrativos dedica-se a acompanhar e capacitar as Comunidades Escolares de forma a que TODAS as pessoas nessas comunidades sejam incluídas neste processo de transformação social.

 

26 março 2013

O papel do Terapeuta da Fala


“O Terapeuta da Fala é o profissional responsável pela prevenção, avaliação, intervenção, gestão e estudo científico das perturbações da comunicação humana, de todas as funções associadas à compreensão e expressão da linguagem oral e escrita e outras formas de comunicação não-verbal” (APTF). 

 A população alvo de atendimento vai desde os recém-nascidos aos idosos, tendo como principal objetivo otimizar as capacidades de comunicação e/ou deglutição do indivíduo, melhorando assim a sua qualidade de vida (ASHA, 2007 citado em APTF).

O terapeuta da fala também deve atuar ao nível da informação/prevenção/formação, através de rastreios das problemáticas linguísticas e comunicativas, da elaboração de ações informativas à comunidade, e no ensino e na passagem de estratégias de trabalho.

                Na comunidade escolar, o Terapeuta da fala exerce um papel fundamental no apoio a crianças com necessidades educativas especiais ea outras crianças com problemáticas ao nível da comunicação. Tem uma função facilitadora e impulsionadora das capacidades linguísticas e sociais, auxiliando no sucesso escolar e prevenindo o abandono.

28 fevereiro 2013

PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL


O QUE É O PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL?

O processamento auditivo central engloba uma série de processos que envolvem predominantemente as estruturas do sistema nervoso central (vias auditivas e cérebro). O sistema auditivo periférico e o sistema auditivo central estão envolvidos na deteção, na análise e na interpretação de padrões sonoros. A via auditiva periférica encontra-se formada desde o nascimento e engloba o ouvido externo, o ouvido médio e o ouvido interno (Figura 1). É no ouvido interno que está localizada a cóclea, esta representa a com­ponente sensorial que transforma o impulso sonoro em elétrico para que a componente neural receba, analise e programe uma resposta. Esta capacidade desenvolve-se nos primeiros anos de vida a partir da experimentação do mundo sonoro que aprendemos a ouvir. 

                                                                                                   
Figura 1: Anatomia do ouvido (Figura retirada do manual Merck on-line, em http://www.manualmerck.net/artigos/?id=235&cn=1899#ige1

 
QUAIS SÃO AS COMPETÊNCIAS AUDITIVAS CENTRAIS?

- Sensação sonora: diferenciar sons de frequências, intensidades e durações distintas;

- Localização: localizar a fonte sonora;

- Atenção auditiva: dirigir a atenção para sinais acústicos relevantes e manter a atenção durante um período de tempo adequado;

- Separação da figura do fundo auditivo: identificar a fonte sonora principal num fundo de ruído;

- Reconhecimento: distinguir diferentes elementos fonémicos da fala que são acusticamente semelhantes;

- Fechamento auditivo: compreender a palavra ou mensagem total quando falta uma parte;

- Síntese auditiva: juntar fonemas isolados para formar palavras;

- Análise auditiva: identificar os fonemas constituintes de uma palavra ou frase;

- Associação auditiva: relacionar as palavras com o seu significado;

- Memória auditiva: armazenar e evocar estímulos na ordem ou sequência correta.

 

O QUE É UMA PERTURBAÇÃO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL?

É uma dificuldade de processamento da informação auditiva no sistema nervoso central para analisar e/ou interpretar padrões sonoros. O comprometimento de uma ou mais competências auditivas, tais como: consciência fonológica, atenção, memória auditiva, síntese auditiva, e compreensão e interpretação da informação auditiva, poderá significar uma perturbação do processamento auditivo. A perturbação do processamento auditivo pode estar associada a uma imaturidade na linguagem, a uma dificuldade na capacidade de aprendizagem, nas competências de comunicação, a uma perturbação do défice de atenção e hiperatividade e/ou a dificuldades de leitura. As causas que conduzem a uma perturbação do processamento auditivo podem ser várias, desde genéticas até de desenvolvimento, entre muitas, a maioria não se consegue especificar.

 
QUANDO É QUE DEVEMOS AVALIAR O PROCESSAMENTO AUDITIVO?

Os sintomas da perturbação do processamento auditivo podem variar e ter diferentes formas de manifestação. Assim, a criança pode apresentar alguns destes Sinais e Sintomas:

- É excessivamente desatenta;
 
- Tem dificuldade em acompanhar uma conversa quando muitas pessoas falam ao mesmo tempo;

- Confunde a sequência dos acontecimentos quando os quer relatar, ou não compreende uma história ou anedota com duplo sentido;

- Tem dificuldade em pronunciar o /r, l, s, z/;

- Fica confusa ao narrar uma história ou quando tem que dar um recado;

- Apresenta dificuldades na escola, principalmente na matemática e no português;

- Apresenta dificuldade em línguas estrangeiras e educação musical;

- Demora muito a conseguir aprender a ler e a escrever;

- Troca muito as letras na escrita;

- Tem uma caligrafia má;

- Confunde sistematicamente a Direita e a Esquerda;

- Não consegue perceber bem os textos que lê;

- Tem dificuldade em memorizar as coisas;

- Tem reações exageradas a sons intensos;

- Não se relaciona adequadamente com crianças da mesma faixa etária;

- Tem antecedentes de infeções de repetição nos ouvidos (otites);

- Gagueja ao falar.

 

O QUE FAZER QUANDO SE SUSPEITA DE PERTURBAÇÃO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO?

A abordagem é multidisciplinar e permite recolher informações a nível educacional, social, linguagem/fala, cognitiva e fisiológica, de modo a se conseguir um diagnóstico e um plano terapêutico. A equipa pode ser composta por: otorrinolaringologistas, neurologistas, audiologistas, terapeutas da fala, psicólogos e professores.
 

QUAL O PRINCIPAL OBJECTIVO DA AVALIAÇÃO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO?
 
O objetivo da avaliação do processamento auditivo central é medir a capacidade da criança em reconhecer sons verbais e não-verbais, num ambiente com condições de audição difícil. Desta forma, pode-se inferir sobre a capacidade da criança em acompanhar uma conversação em ambientes desfavoráveis, determinar as inabilidades auditivas, ter um parâmetro de medida quantitativo da qualidade da audição, de forma a ajudar no diagnóstico e no tratamento das diversas alterações da comunicação oral e escrita.


O QUE FAZER QUANDO HÁ PERTURBAÇÃO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO?

            As crianças com perturbação do processamento auditivo devem ser encaminhadas para um Terapeuta da Fala, que terá como base a intervenção e o acompanhamento, sempre que se verifiquem alterações a nível da linguagem, da fala e/ou outro problema cognitivo/comunicativo. A intervenção passa por fornecer às crianças a oportunidade de aprender a ouvir com atenção e a processar os estímulos verbais para que posteriormente possam compreender a conversação em diferentes situações e ambientes.  
 
Manuel Viegas

Terapeuta da Fala

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Bellis T, Anzalone A. (2008) Intervention Approaches for Individuals With (Central) Auditory Processing Disorder. The University of Dakota, Vermillion. Contemporary Issues in Communication Science and Disorders. Volume 35.

Engelmann L, Ferreira M. (2009) Avaliação do processamento auditivo em crianças com dificuldades de aprendizagem. Revista Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. 14(1): p. 69.

Santos L, Santos M, Neves C. (2010). Perturbação do Processamento Auditivo Central: Contributo dos Audiologistas e dos Terapeutas da Fala. Revista da Faculdade de Ciências da Saúde, nº 7. ISSN: 1646-0499.

Silva S (2007). Traços Acústicos e Perceptivos de Sons Não Verbais e da Fala. Páginas 15-17. Universidade de Aveiro. Secção Autónoma de Ciências da Saúde.

http://www.manualmerck.net/artigos/?id=235&cn=1899#ige1

28 janeiro 2013

À conversa com...


Na passada sexta-feira, dia 25 de janeiro, realizou-se a segunda sessão com pais, na EB1 Norte.
A problemática de alteração de comportamento, as dificuldades em gerir e modificar atitudes foram temas de interação com todos os agentes educativos.


2ª sessão - "Parentalidade: Manual de instruções para filhos e sarilhos"

Iniciou-se com uma atividade lúdica, no sentido de aproximar e descontarir todos os presentes e ao mesmo tempo fazer a ponte com a sessão anterior - sensibilizando para a necessidade de uma comunicação clara e presencial.
 
Atividade - descrição de uma imagem, sem revelar o nome
Alguns registos realizados em grupos

 
 Foram dadas estratégias de intervenção para modificação de comportamentos e partilhadas algumas situações concretas.
 
 


Este projecto com pais pretende melhorar e promover a qualidade da relação parental e educacional e simultaneamente incentivar todos os agentes educativos para um desenvolvimento saudável, ajustado e adaptado aos menores.
 
Os docentes da EB1 Norte agradecem a todos os pais a sua presença e participação.
 


09 dezembro 2012

Dia Internacional do Deficiente

Na EB 2/3

 
No dia 3 de dezembro, realizou -se na Escola Básica da Gafanha da Encarnação uma actividade de sensibilização sobre a deficiência, organizada pelo Departamento de Educação Especial e o Grupo de Educação Física.

Foi explicado aos alunos o conceito de deficiência, os tipos de deficiência, as dificuldades que as pessoas com deficiência encontram na sociedade, tais como a falta de acessibilidade, o preconceito, o desrespeito e a discriminação. Foi salientado o facto de que todos temos algum tipo de incapacidade e a importância de aceitar a diferença do outro.
Os alunos puderam experimentar várias atividades, tais como percursos de olhos vendados, esperiencias com cadeiras de rodas e desportos normalmente associados às pessoas com deficiência, tais como Goal Ball, Boccia e Voleiball sentados.
Todos os participantes, professores e alunos, demonstraram grande sensibilidade e entusiasmo pelas atividades desenvolvidas


 

 Na escola do centro

Na escola do centro também se realizaram atividades de sensibilização. Todos os alunos puderam vivenciar e detetar barreiras relacionadas com a deficiência motora e visual. Foi uma manhã diferente.

 
Visualização de um filme

Percurso de cadeira de rodas.

Percurso de olhos vendendados
 
 
 
 

02 dezembro 2012

À conversa com...

No dia 23 de novembro iniciou-se a atividade, com os encarregados de educação, na escola do norte.
 
Houve uma grande adesão por parte dos pais.
 
A sessão contemplou vários momentos: jogo, sensibilização da importância da relação escola/família, diálogo e apresentação de casos educacionais específicos.
 
Distribuição de cartas para formar os grupo

Dinâmica de grupo - grupo A

Dinâmica de grupo - grupo B

1ª atividade - "Quebra gelo"

Recolha do material



 No final, foram distribuídos dois desdobravéis: um relacionado com as competências de comunicação eficazes, e outro com as desvantagens do uso abusivo da TV e Jogos de PC, nas crianças em idade escolar.
 


A nossa oradora - Dr. Deolinda Oliveira

 
Um agradecimento especial à Dr.ª Deolinda Oliveira, psicóloga, que teve a amabilidade de orientar e dinamizar esta atividade.
 
"Educação é aquilo que fica  depois que você esquece o que a escola ensinou."
Albert Einstein