26 maio 2010
Os Pais vêm à Escola * Acção de Formação
A Terapia da Fala no Jardim de Infância
21 maio 2010

PHDA - PERTURBAÇÃO DE HIPERACTIVIDADE COM DÉFICE DA ATENÇÃO
A Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção (PHDA) é uma perturbação que se caracteriza por défice de atenção/concentração, impulsividade e/ou hiperactividade / actividade motora excessiva.
Crianças/adolescentes com esta perturbação podem apresentar as seguintes características:
ð Défice de atenção e concentração
A criança pode ter dificuldades em:
– seleccionar informações
– iniciar actividades
– manter a atenção até ao final de uma tarefa
– prestar atenção a dois estímulos em simultâneo (ex: seguir o que o professor diz e tomar notas ao mesmo tempo).
ð Impulsividade
Estas crianças têm dificuldade em:
– reflectir antes de agir
– prevêr as consequências das suas acções
– planificar actividades
– seguir normas estabelecidas
ð Hiperactividade
Estas crianças podem manifestar um nível excessivo de movimento corporal (actividade quase permanente e incontrolada sem finalidade concreta).
As dificuldades podem ser mais evidentes nas situações em que se requer maior tranquilidade.
ð Outras características apresentadas por estas crianças
– baixa tolerância à frustração
- baixa auto-estima
– dificuldades em seguir normas
– desmotivação escolar
– rendimento escolar oscilante
– dificuldades em respeitar a sua vez, precipitação nas respostas
– podem ser pouco populares entre os seus companheiros
– fazem barulhos ou sons desadequados
– são imprevisíveis
– são distraídas
– parece que não escutam quando se fala com elas
– perdem ou esquecem o material escolar, têm os deveres pouco cuidados
– podem ser lentas a copiar informação
– têm dificuldades em adaptar-se às mudanças
– reagem de forma desproporcionada quando provocadas
– podem ser facilmente exploradas pelos outros.
in Maia, Carla. Verejão, Catarina. Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção – Um guia para professores. Hospital de São Gonçalo SA. Amarante
Programa de Modificação do Comportamento de aluno com PHDA – Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção
No sentido de promover algumas mudanças comportamentais de alunos com PHDA, apresenta-se de seguida uma estratégia, que deverá ser aplicada de forma consistente por todos os Professores.
Todo o processo, bem como os objectivos que se pretende atingir, serão explicados ao aluno, uma vez que é fundamental a compreensão do processo em que está envolvido para obter a sua colaboração.
Nas primeiras sessões de Psicologia o aluno irá construir o material necessário à implementação do programa, para que se sinta envolvido e sinta que é parte integrante do processo e não apenas receptor, motivando-o assim a cumprir as suas tarefas. Irá, então, decorar um pequeno caderno que andará sempre consigo, que será o seu “Bloco dos Elogios” e cuja finalidade é explicada de seguida.
Estratégia a aplicar com o aluno:
1. Sempre que o aluno apresentar um bom comportamento, no final da aula o Professor deverá escrever no seu caderno um elogio (exemplos: “Hoje o (nome do aluno) portou-se bem na aula!”; “Parabéns, (nome do aluno)!”; “Hoje fiquei muito feliz com o comportamento do (nome do aluno)!”; “O (nome do aluno) fez o exercício! Muito bem!”).
2. Têm de ser considerados bons comportamentos (ou comportamentos a elogiar) os seguintes:
a) Manter-se sentado no lugar, i.e., não correr na sala;
b) Estar correctamente sentado, i.e., com as costas menos curvadas que o habitual e com as mãos em cima da mesa, nem que seja apenas por uns minutos;
c) Não gritar (aceitar que fale num tom diferente dos colegas desde que não seja nitidamente a gritar);
d) Executar alguma tarefa sugerida pelo Professor (fazer um exercício ou apenas cumprir uma ordem simples como “(Nome do aluno), vai afiar o lápis” ou “Vai apagar o quadro”);
e) Manter-se em silêncio por alguns minutos (não podemos esperar que o aluno se mantenha em silêncio por muito tempo, é necessário elogiar se o fizer por 5 minutos ou mais).
- Isto são apenas alguns exemplos, o Professor deve elogiar qualquer comportamento que considere positivo. O elogio destes comportamentos aumentará a sua frequência ao longo do tempo, mas é importante lembrar que os comportamentos desadequados não vão diminuir nem sequer desaparecer em breve. Estas mudanças ocorrem muito lentamente e exigem perseverança da parte do adulto.
3. Enquanto escreve no caderno, o Professor deve verbalizar o elogio e explicar ao aluno porque mereceu o elogio (exemplo, “Hoje estás de parabéns porque estiveste sentado no teu lugar! Fiquei muito contente por isso!”;
4. Não dar elogios “envenenados”! O elogio pretende fazer sobressair o comportamento adequado, fazendo com que o aluno se sinta orgulhoso de o ter feito e potenciando por isso a probabilidade de aumento desse comportamento em detrimento de outros desadequados. Se a seguir ao elogio é relembrado o comportamento desadequado é este que ganha novamente destaque, anulando por completo o efeito positivo do elogio. Por este motivo é crucial que o elogio seja dado de forma expressiva e isolado, i.e., sem outros comentários. Exemplo de elogio envenenado: “Parabéns (nome do aluno), hoje estiveste em silêncio, devias estar sempre assim”, “…, porque é que não és sempre assim?!”, ou “…, porque é que ontem te fartaste de gritar?!” ou ainda “…, vamos lá ver se amanhã não voltas a gritar!”. O elogio correcto deve ser apenas “hoje portaste-te muito bem, estiveste em silêncio durante 10 minutos!”;
5. Ser consistente na aplicação do elogio. É importante mantermos presente a noção de que o aluno poderá estar habituado a funcionar deste modo desde sempre, pelo que a mudança irá necessariamente levar muito tempo até se transformar num comportamento habitual. Por este motivo, é essencial manter a consistência quando se aplicam estratégias como esta, i.e., utilizar qualquer comportamento (por mínimo que nos pareça) para elogiar e tentar fazê-lo no máximo de ocasiões/aulas possível, não desistindo mesmo que nos pareça que não está a resultar. Sublinho que o aluno precisa de sentir o sucesso, de ter experiências que lhe permitam perceber que é capaz e que tem capacidades, porque parte do desinteresse do aluno advém da sua descrença em si próprio. O elogio é a melhor ferramenta para se trabalhar a auto-estima do aluno.
6. Ao escrever no caderno, o Professor poderá recorrer a desenhos, a cores ou a tipos de letra diferentes e grandes para que a mensagem positiva tenha mais impacto no aluno e fique visualmente gravada na sua memória. Ao mesmo tempo a expressividade da mensagem fará com que o aluno experimente orgulho no seu comportamento adequado, contribuindo assim para a sua auto-estima.
(Nota: A sua baixa auto-estima está directamente relacionada com o seu desinteresse pelas aulas/escola. Se sentir que é capaz e que os outros reconhecem as suas qualidades, isso “alimentará” a sua auto-estima e consequentemente o seu interesse e motivação. É importante não esquecer que isto são objectivos a longo prazo, não devendo esperar resultados imediatos).
A Psicóloga,
Sara Coutada
05 março 2010
No mundo inteiro, as mulheres são lembradas através de flores, cartões, almoços ou simples mas significativos elogios.
Mas todos os dias são dias de comemorar e homenagear as mulheres da nossa vida, da minha vida: a minha mãe, a minha irmã, a minha prima, as minhas professoras, …
Amiga leal,
Linda como uma flor perfumada.
Impar no apoio que me tens dado com todo o teu
Coração, coração de fogo, coração de vida.
Escondes as qualidades que tens.
Poder revelas quando tocas violino como uma
Águia que sobrevoa velozmente os céus.
Sarcástica? Às vezes, mas também precisas de desabafar…
Conto sempre contigo para seres o meu
Ombro amigo nos bons e nos maus momentos.
Agradeço a tua paciência e amizade incondicionais.
Orgulho sinto por ter uma família unida!
Longas histórias eu teria para contar,
Inúmeras situações de angústia, medo, tristeza. Tu és
Verdadeira companheira de guerra! Sim! De guerra!
Eu sinto-me honrado por te ter como irmã.
Irmã, filha, aluna, colega, estudante, pianista, jovem, cristã, …
Recebe, assim, estas minhas palavras neste dia especial.
ALICE: ÉS MINHA QUERIDA IRMÃ!!!
19 fevereiro 2010
TERAPIA DA FALA
Conhecimentos técnicos específicos sobre os aparelhos, seu funcionamento e interacção, que estão envolvidos nas funções de : respiração, fala e deglutição.
Áreas de Intervenção em crianças e adultos:
•Linguagem
•Articulação Verbal
•Motricidade Orofacial
•Gaguez
•Voz
•Leitura e Escrita
•Processamento Auditivo
•Alimentação (mastigação e deglutição)
•Fendas Palatinas
•Alterações da Articulação Tempero Mandibular
•Perturbações Alimentares Precoces
•Comunicação
. Perturbações Específicas do Desenvolvimento
. Outras ...
Métodos e Técnicas de Intervenção:
1.Programa PECS (Picture Exchange Communication System)
2.Programa de Linguagem de Vocabulário Makaton
3.Método de PROMPT (Estimulação da Articulação Verbal – Dispraxias)
4.Treino de Consciência Fonológica para promover a aprendizagem da Leitura e a Escrita
5.Conceito Bobath (Tratamento do neurodesenvolvimento)
6.Treino de alimentação
7.Treino da Articulação Verbal
8.Método Miofuncional oral (Estimulação da motricidade orofacial)
9.Treino do Processamento Auditivo (Formal ou Informal)
10.Treino de Modificação Comportamental
11.Outros…
Principais sinais de alerta:
Linguagem:
•A criança tem 2 anos e ainda não fala? Ou diz apenas poucas palavras?
•Parece não perceber o que as pessoas lhe estão a dizer?
•Não responde ou responde inadequadamente ao que lhe é dito ou pedido?
•É distraída, prestando pouca atenção àquilo que a rodeia?
•A sua forma de comunicação preferencial são os gestos?
Voz:
•A criança tem uma voz rouca? Tem de se esforçar para falar?
•Utiliza os gritos como forma de comunicação habitual?
•A criança queixa-se de dores de garganta (que no fundo pode ser a garganta seca e áspera)?
•Já foi “gozada” (pelos irmãos ou na escola) pela maneira como fala?
Articulação:
•A criança omite ou substitui vários fonemas?
•A criança fala muito depressa ou atrapalha-se frequentemente quando está a conversar?
•A criança fala pelo nariz?
•Utilizou a chupeta até muito tarde? Ainda não a largou?
Gaguez:
•A criança tem mais de 4 anos e evidencia sinais claros de gaguez?
•Quando fala, bloqueia ou repete muitas vezes as mesmas palavras?
•A criança isola-se muito?
•Considera que a criança tem medo ou vergonha de falar?
Mastigar e engolir:
•A criança mastiga os alimentos de boca aberta?
•Tem dificuldade em mastigar ou não consegue mastigar?
•É frequente a criança babar ou engasgar-se com alimentos sólidos? E líquidos?
Ler e escrever:
•A criança troca sons ou letras quando está a ler ou a escrever?
•Não gosta de ler? Demora muito tempo a fazê-lo?
•Não gosta de escrever?
•A criança comete muitos erros quando lê ou escreve?
Audição
•A criança não distingue palavras semelhantes?
•A criança não reage a sons do meio ambiente em redor?
•A criança tem dificuldade na repetição de palavras ou sons?
Aconselhamento:
Na presença de um ou vários destes sinais, sentidos como válidos pela família ou comunidade escolar, deverá ser pedida a colaboração de um terapeuta da fala.
Essa colaboração pode desenvolver-se em vários eixos:
•Observação naturalista e orientações aos adultos
•Avaliação com a criança e orientações aos adultos
•Avaliação e intervenção indirecta com a família e educadores/professores
•Avaliação e intervenção directa com a criança
•Encaminhamento para equipa multiprofissional
Como, quando e onde o fazer?
O Agrupamento tem uma terapeuta da fala com 1h de atendimento semanal (quartas-feiras das 17h às 18h na Sede do Agrupamento) para professores e educadores poderem partilhar casos, trocar experiências, definir linhas de acção, criação de material, sugestões, entre outras actividades.
Este deverá ser o primeiro passo de um educador/professor.
Numa segunda fase poderá ser feita a referenciação específica para a terapia da fala e aguardar pela avaliação, relatório e orientações.
A Terapeuta da Fala: Carla Ladeira
carlaladeira@aege.pt
Alguns exemplos de actividades
Para quem estiver interessado é só ir à hora de atendimento aos professores, todas as quartas-feiras das 17h às 18h na EB Gafanha da ENcarnação
Bom Trabalho
Terapeuta Carla Ladeira
Imagens e actividades
06 fevereiro 2010
01 fevereiro 2010
Psicomotricidade

O que é psicomotricidade?
A Psicomotricidade é uma prática pedagógica que visa contribuir para o desenvolvimento integral da criança no processo de ensino - aprendizagem, favorecendo os aspectos físicos, mentais, afectivos, emocionais e socioculturais, procurando estar sempre adequado à realidade dos educandos.
A Psicomotricidade é uma neurociência que transforma o pensamento em acção motora. É a sintonia que coordena e organiza as acções adquiridas pelo cérebro e as exterioriza em conhecimento e aprendizagem.
Psicomotricidade é a manifestação corporal do invisível de maneira visível.
Em termos de intervenção, a Psicomotricidade ajusta a reeducação de mediação corporal e expressiva, em que é compensada a expressão motora inadequada ou inadaptada, a diversas situações geralmente ligadas a problemas de desenvolvimento e de maturação psicomotora, de comportamento, de aprendizagem e de âmbito psico-afectivo.
Exemplos de exercícios
ESQUEMA CORPORAL
Conhecimento intuitivo imediato que a criança tem do próprio corpo, conhecimento capaz de gerar as possibilidades de actuação da criança sobre as partes do seu corpo, sobre o mundo exterior e sobre os objectos que a cercam.
Exercício 1 : Reconhecendo as partes essenciais do corpo - O profissional diz os nomes das seguintes partes do corpo: cabeça, peito, barriga, braços, pernas, pés, explorando uma parte por vez. A criança mostra em si mesma a parte mencionada pelo profissional, respeitando o nome que designa. Primeiramente o trabalho deverá ser realizado de olhos abertos, e a seguir de olhos fechados.
Olhos abertos: Aprendizagem.
Olhos fechados: Quando dominar as partes do corpo.
Exercício 2: A criança deverá reconhecer também as partes do rosto: nariz, olhos, boca, queixo, sobrancelhas, cílios, trabalhar também com os dedos com a mão apoiada sobre a mesa a criança deverá apresentar o pulso, o dedo maior e o dedo menor, os nomes dos dedos são ensinados a criança pedindo que ela levante um a um dizendo os respectivos nomes dos dedos.
Exercício 3: Trabalhar com os olhos - Em pé ou sentado a criança acompanha com os olhos sem mexer a cabeça, a trajectória de um objecto que se desloca no espaço.
Exercício 4: Automatizando a noção de direita e esquerda
Conhecendo a direita e a esquerda do próprio corpo mostrar a criança qual é a sua mão direita e qual é a sua mão esquerda. Dominando este conceito, realizar o exercício em etapas:
- fechar com força a mão direita;
- depois a esquerda;
- Levantar o braço direito;
- depois o esquerdo;
- bater o pé esquerdo;
- depois o direito;
- mostrar o olho direito;
- depois o esquerdo;
- mostrar a orelha direita;
- depois a esquerda;
- levantar a perna esquerda;
- depois a direita.
Trabalhar com os olhos abertos, e quando a criança dominar o exercício trabalhar com os olhos fechados.
Exercício 5: Localizando elementos na sala de aula. A criança deverá dizer de que lado está a porta, a janela, a mesa da sala de aula, etc. em relação a si mesma. Durante a realização do exercício, não deixar a criança cruzar os braços, pois isso dificulta sua orientação espacial.
COORDENAÇÃO ÓCULO-MANUAL
Os exercícios de coordenação óculo-manual têm como finalidade o domínio do campo visual, associada a motricidade fina das mãos.
Exercício - Realizar este jogo em duas etapas:
A criança bate a bola no chão, apanhando-a inicialmente com as duas mãos, e depois ora com a mão direita, ora com a mão esquerda. No início a criança deverá trabalhar livremente. Numa segunda etapa o professor determinará previamente com qual das mãos a criança deverá apanhar a bola.
A criança joga a bola para o alto com as duas mãos, apanhando-a com as duas mãos também. Em seguida, joga a bola para o alto com uma só mão, apanhando-a com uma só mão também.
Variar o uso das mãos. Ora com a direita ora com a esquerda.
Jogo de Pontaria no Chão - Desenhar um círculo no chão ou utilizar um arco. As crianças deverão atirar a bola para dentro do círculo. Aumentar gradualmente a distância. Variar atirando a bola à frente, atrás, do lado esquerdo, do lado direito do círculo.
COORDENAÇÃO DINÂMICA GERAL
Estes exercícios contêm a função de equilíbrio que é a base essencial da coordenação dinâmica geral, que tem como finalidade melhorar o comando nervoso, a precisão motora e o controle global dos deslocamentos do corpo no tempo e no espaço. São constituídos por exercícios de marchas e saltos. Apresentamos exercícios em que a criança a nível de experiências vividas, manipula conceitos espaciais importantes para o início da aprendizagem.
Os conceitos espaciais: direita, esquerda, atrás, na frente, entre, perto, longe, maior, menor; são vivenciados através de movimentos específicos. A partir daí propomos exercícios com maior intensidade. Coloca-se a medição de um raciocínio, de uma reflexão sobre os dados vivenciados no primeiro nível. Assim, permite à criança passar para a etapa de estruturação temporal requerida para o aprendizagem da leitura e da escrita.
Exercício: Andar, saltar e equilibrar-se.
1. Andar de cabeça erguida
A criança anda com um objecto sobre a cabeça ( pode ser um livro de capa dura). Dominada esta etapa a criança pára, levanta uma perna formando um ângulo de noventa graus e coloca-se lentamente no chão. O mesmo trabalho deverá ser feito com a outra perna.
2. Quem alcança ?
O professor segura um objecto a uma determinada altura (pode ser um lápis, uma bola ) a criança deverá saltar para alcançá-lo . Inicialmente fazer o exercício em pé, depois de cócoras.
MOTRICIDADE FINA DAS MÃOS E DOS DEDOS
Os exercícios de motricidade fina são muito importantes para a criança, na medida em que educam o gesto requerido para a escrita, evitando a apreensão e a prisão inadequados que prejudicam o grafismo, tornando o acto de escrever uma experiência negativa para a criança.
CUIDAR DAS MÃOS
Trabalhar só com os braços - Este exercício tem como objectivo desenvolver a independência segmentar do braço em relação ao tronco, o que beneficia e facilita o trabalho da mão no acto de escrever. O professor deverá reproduzir em tamanho grande no quadro ou cartões, grafismos com várias formas. As crianças por sua vez deverão reproduzi-los com gestos executados no ar ou em folhas de papel.
AMASSAR A MASSA
Bolas de Massa - O professor distribui bolas de massa de tamanhos variados (usar massa para modelar). Sentada, com o cotovelo apoiado sobre a carteira, a mão para o alto, a criança aperta as bolas de massa com força, amassando-as. Orientar a criança para que trabalhe com dois dedos por vez. Trabalhar primeiro uma das mãos, depois com a outra e, finalmente, com as duas juntas.
- Realizar o mesmo trabalho do exercício anterior, neste caso, porém a massa é apresentada em forma de disco, com a qual a criança deverá fazer uma bola.
ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURAÇÃO TEMPORAL
Esse mediador trabalha com noções importantes para o aprendizagem da escrita e particularmente da leitura, favorecem o desenvolvimento da memória. A estruturação temporal facilitará as possibilidades de aprendizagem.
Exercício: Reproduzir ritmos com as mãos. O professor executa um determinado ritmo, seguindo algumas estruturas rítmicas, por exemplo, batendo a mão sobre a carteira, durante um certo tempo, a criança apenas escuta, depois reproduz o rítmico executado pelo professor, batendo a mão sobre a carteira também. Variar o ritmo. Lento, normal e rápido.
Fazer o exercício inicialmente com os olhos abertos e em seguida, de olhos fechados.
EXERCÍCIO DE ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURAÇÃO ESPACIAL
A criança desloca um objecto no espaço, colocando-o ora a sua frente, ora atrás, ora a direita, ora a esquerda, segundo o comando do professor.
In
http://www.appsicomotricidade.org/
http://noreinodoeraumavez.blogspot.com/
22 janeiro 2010
19 janeiro 2010
Deficiencias
'Deficiente' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
'Louco' é quem não procura ser feliz com o que possui.
'Cego' é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
'Surdo' é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
'Mudo' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
'Paralítico' é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
'Diabético' é quem não consegue ser doce.
'Anão' é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
' A amizade é um amor que nunca morre
15 janeiro 2010
Entrega de material em Salamansa

13 janeiro 2010
Todas as Escolas aderiram à campanha de Solidariedade
Elaboramos um PowerPoint, onde explicámos o que se pretendia e quem queríamos ajudar.
Apresentei esse trabalho a várias turmas do 1º ciclo e à minha turma.
A principal ideia era a de sensibilizar toda a comunidade educativa para a partilha de materiais, no sentido de ajudar as crianças do Ensino Básico Integrado de Salamansa, do 1º ano ao 6ºano, da ilha de S.Vicente - Cabo Verde
Senti que todas as crianças adoraram a minha presença e penso ter conseguido transmitir como podemos mudar a vida de crianças, com um simples gesto.
Conseguimos angariar aproximadamente 600kg de material.


























